Pegamos um Macbook Air e o misturamos com um MSI Wind. O que acontece? Pois o MSI X-Slim 320, um computador que fica entre um portátil e um ultraportátil, em uma faixa de equipamentos que acabará ganhando um nome específico, pois a cada dia são mais os modelos que podemos classificar nesta faixa.
Trata-se de um computador com tela panorâmica de 13.4 polegadas, a qual oferece uma resolução de 1366 x 768 pixels, mas destaca-se por sua finura e seu reduzido peso. A espessura é de 1.98 centímetros, enquanto que o peso é de 1.3 quilos. Não será um ultraportátil, mas será bastante cômodo de levá-lo para onde quiser.
Em seu interior, os benefícios do MSI X320 lembram mais as dos ultraportáteis baratos, ao incorporar um processador Intel Atom de 1.6 GHz, além de conectividade WiFi compatível com 802.11n, Bluetooth, conectividade HSDPA, um leitor de cartões de memória e três portas USB.
No MSI X-Slim 320 poderemos instalar até 2GB de RAM e funciona com a plataforma Nvidia Ion. Mas não é o mais destacado deste computador, posto que poderemos dispor de duas baterias a escolher, uma de 4 células e outra de 8 células. Com esta última se consegue autonomia de até 10 horas.
E enquanto que seus benefícios são mais reduzidos que os do Macbook Air, pelo menos em relação ao processador, mas podemos ter uma redução considerável do preço, que será de 800 dólares e será colocado à venda a partir do segundo trimestre deste ano.
Via Xataka
Desde da Macworld em janeiro passado, em que Steve Jobs apresentou o MacBook Air, a Apple fez alguns movimentos que nos levam a pensar se a venda de aplicações por parte da empresa de Cupertino vá se alterar pouco a pouco para um novo modelo.
O primeiro movimento foi o de não incluir uma unidade óptica no ultraportátil, junto com essa pequena justificativa que fez Steve Jobs: para comprar filmes e músicas e gravá-los já temos a iTunes Store e o iPod ou iPhone, para fazer backups já temos Time Machine… mas para instalar Software há que usar a ferramenta de disco remoto. Mas teremos que usar esta ferramenta por muito tempo?
A companhia aérea American Airlines andou testando um sistema WiFi para aeronaves.
Com o sucesso dos testes, as redes serão instaladas em mais quinze aviões – que irão testar o sistema por mais seis meses. O grande problema encontrado durante a “versão beta” foi a instabilidade do sinal e a velocidade da rede.
Aparentemente as redes sem-fio não têm impacto algum sobre o vôo, ou seja, está acontecendo, agora você pode ficar conectado em virtualmente todos os lugares do mundo – será que debaixo do mar também? Se bem que nem precisaria, lulas mal sabem ler…
Imagine como é ler seu Kindle, iPhone ou iTouch (vocês sabem do que estou falando…) no avião sem ter uma aeromoça enchendo o saco.
Uma das coisas que mais gosto na tecnologia é a miniaturização, que com o passar dos anos os gadgets vem sofrendo, e não são somente com os produtos da Apple. Contudo, na fábrica de Cupertino podemos encontrar dois dos produtos mais eficientes em relação à espaço ocupado, como são o MacBook Air (uma obra prima da engenharia), e mais atualmente o iPhone 3G.
Ao clicar na imagem acima, você pode ver a placa em tamanho real, e nesta está explicada a posição de cada chip que o iPhone 3G utiliza: o acelerômetro, a unidade central de processamento, a bateria, o disco flash e o GPS, por exemplos. É muito curioso ver como todos os chips são muito pequenos, e temos que ter em conta que a imagem em tamanho real está aumentada em relação ao iPhone.
Você já reparou no minúsculo chip do GPS? E, no acelerômetro, de apenas uns milímetros de superfície? O que é que te chama mais atenção do interior do novo iPhone?
Via Applesfera.
Pois é, o tempo passa, o tempo voa, eu finalmente escrevo aqui e o Flamengo sempre ganha. (Meu Deus, rimou! Como eu sou um poeta!).
De acordo com uma pesquisa encomendada pela Dell ao Ponemon Institute (eu disse PoNemon, ok?), 12.000 notebooks são simplesmente esquecidos nos aeroportos norte-americanos POR SEMANA! Isso quer dizer que se você está precisando de um Vaio, ou quem sabe até mesmo um MacBook Air, é só esperar no aeroporto de Miami, por exemplo, um desavisado ir ao banheiro enquanto seu – quando digo “seu”, quero dizer “seu mesmo” – novo computador encontra o dono merecido.
Fazendo uma conta simples (12×4x12.000) chegamos à conclusão de que nada mais nada menos que 600.000 laptops perdem-se de seus donos por ano. Nada mal - aposto que uma boa parte desses vai se perder essa semana, do “4 of july”, uma bela semana de ressaca.