Multisave, salva documentos do OpenOffice em vários formatos de uma única vez
Multisave é uma extensão para OpenOffice que nos pode ser muito útil para ganharmos alguns minutos do nosso tempo. A idéia é excelente: como existem ocasiões que queremos exportar um documento para vários formatos, por que não ter uma interface que otimize essa tarefa?

Tal e como vemos na imagem, Multisave nos permite escolher em quais formatos gerar o documento, que como vemos são os mais populares: OpenDocument (padrão do OpenOffice e da indústria em geral), Microsoft Office (a versão anterior, não a OpenXML) e PDF. Como é de esperar, na sequência nos gerará todas essas versões do documento de uma única vez, evitando passos adicionais. Esta extensão é multiplataforma e está disponível para Windows, Linux, Mac…
Download | Multisave
via Genbeta
Mudar automaticamente e periodicamente o fundo de tela no Gnome e KDE
23/08/08 Marcus Aragão - Arquivado em Linux - Tags: debian, desktop drapes, Flickr, Fotografia, getdeb, Gnome, KDE, Linux, Ubuntu, wallpaper tray, wallpapoz, webilder
[digg=http://digg.com/linux_unix/Mudar_automaticamente_o_fundo_de_tela_no_Gnome_e_KDE]
Desktop Drapes é a primeira das aplicações que vamos comentar que permite trocar automaticamente o fundo de tela do desktop Gnome.

Por padrão, o programa vai fazendo um rodízio de wallpapers entre todas as imagens que estão em Sistema -> Aparência -> Fundo de Tela, além de poder especificar qualquer outro diretório a partir das preferências, de modo que poderemos manter uma pasta com todas as imagens que queiramos fazer rodízio na tela.
Também pode-se personalizar uma mudança automática e periódica, assim como o tempo que deve permanecer cada imagem.
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Ubuntu mudará seu design algum dia?
11/08/08 Marcus Aragão - Arquivado em Linux - Tags: AWN, Canonical, Compiz, Deskbar, Facebrowser, Fedora, Gimmie, Gnome, KDE, Linux, OpenSuse, Ubuntu

[digg=http://digg.com/linux_unix/Ubuntu_mudara_seu_design_algum_dia_Dedos_No_Teclado]Olhando um pouco para trás pode-se ver como nas últimas 5 versões do Ubuntu, alguns meses antes do lançamento prometia-se mudar seu design. A medida que vão passando os anos, esta promessa é maior e menos crédula, e até agora as mudanças tem sido mínimas, mantendo quase todos os componentes do design original. Não estou dizendo que é ruim, feio, mas é curioso como sempre se promete esta mudança para logo deixá-la com um ligeiro redesenho de ícones e fundos de tela.
A próxima versão (outubro) não é uma exceção e já há várias propostas de design, provavelmente a que mais sucesso tenha seja esta do usuário WillWill. Tirando alguns problemas de contraste, poderia ser realmente genial, e nem precisaria mudar muitos elementos. Por exemplo, unindo o que o Compiz já trás de fábrica, a borda das janelas e outros elementos simples. Apesar de não incluir o dock já seria um passo à frente. E apesar de não precisar desse fundo de madeira (as árvores mortas não simbolizam bem o Ubuntu, melhor um fundo com caule de árvores vivas) continuará sendo um passo à frente.
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Live Mesh: O que é e para que serve
04/08/08 Marcus Aragão - Arquivado em Mercado, Microsoft, Novos Produtos, Software - Tags: Dropbox, FolderShare, iPhone, Linux, Live Mesh, Mac, Mesh, messenger, Microsoft, Symbian, Vídeo, Vista, Xbox 360, XP
Provavelmente muitos de vocês já tenham ouvido falar de Live Mesh, o novo serviço de sincronização de dados entre dispositivos que nos oferece a Microsoft, apresentado em abril e que entrou a pouco na fase beta, aberta a todos.
Veremos as distintas facetas do Live Mesh, seu funcionamento como serviço web, como software em Windows, Mac e outros dispositivos, e também seu potencial como plataforma.
Basicamente podemos definí-lo como um serviço de sincronização que nos permite compartilhar arquivos e configurações entre dispositivos (PCs, Macs, celulares, e outros) e com outros usuários de forma instantânea, fazendo com que tenhamos a última versão de nossos arquivos “em todo momento e em todos os lugares“. Ao adicionar um arquivo em nosso computador, este sincronizará automáticamente com um escritório virtual na web e com todos os dispositivos que estejam acessando o nosso “Mesh“.
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WiBrain I1 com conectividade HSDPA

Embora quando falávamos do Fujitsu U2010 muitos comentários coincidiam que não se pode comparar um computador destes com um ultraportátil, eu continuo pensando que o incômodo do teclado e o reduzido tamanho da tela, somando-se a um preço muito alto, não compensam a possível melhoria e os benefícios desta máquina.
No caso do WiBrain I1 encontramos um UMPC que é evolução do modelo anterior, o WiBrain B1, com o qual divide grande parte do seu design.

No seu interior, podemos escolher entre um processador Atom de 1.1 GHz e um de 1.3 GHz e entre diversos tamanhos de disco SSD, com um máximo de 64 GB, ou de disco rígido, entre 30 e 60 GB, mais um leitor de cartões SD, o seu display é de 4.8″ 1024 X 600, vem com Windows XP ou Linux (distribuição ainda desconhecida). E claro, a tudo isso soma-se a conectividade WiFi e HSDPA.

O mais interessante resulta da autonomia de sua bateria, umas 6 horas com a que vem por padrão. Temos que ver o preço do WiBrain I1 antes de poder julga-lo, valor que não conhecemos ainda. O lançamento está previsto para outubro.
Via Xataka
A organização Free Software Foundation critica a Apple e seu iPhone
24/07/08 Marcus Aragão - Arquivado em Linux, Software, Symbian, iPhone - Tags: App Store, Apple, código aberto, DRM, Free Software Foundation, FSF, GNU, iPhone, Linux, OpenMoko, Software Livre, Symbian
Free Software Foundation (FSF) é uma organização sem fins lucrativos cujos objetivos principais são promover projetos GNU e manter viva a comunidade de software de código aberto. Foi criada em 1985 por Richard Stallman.
Na FSF acreditam que o software e os sistemas devem ser abertos, uma vez que você é proprietário de um dispositivo ou um pedaço de código, você poderá usá-lo ou modificá-lo conforme sua conveniência.
Para a organização, o iPhone é um telefone equipado com um sistema interno totalmente fechado, e especialmente restritivo pelo uso de medidas tecnológicas de proteção (DRM). O terminal da Apple não é precisamente um dispositivo do agrado da organização, e nos dão algumas razões para evitá-lo.
- iPhone bloquea completamente o desenvolvimento de software livre, os desenvolvedores tem que pagar uma cota de quase 100 dólares para certificar digitalmente suas aplicações, sejam estas gratuítas ou não.
- Apple quer que a única forma de conseguir aplicações seja através de sua App Store, tendo assim o direito de autorizar ou não a publicação das aplicações.
- A FSF denuncia que o iPhone é um dispositivo que expõe com facilidade a informação do usuário, referindo-se às precauções que o usuários tem que ter na eliminação de toda a memória interna quando o terminal é vendido para um terceiro. No caso dos primeiros iPhones, é possível recuperar mensagens de correio ou SMS sem muitas complicações.
- Por último, a FSF comenta que o iPhone não é a única opção do mercado, existem melhores alternativas baseadas em sistemas abertos. Isto é particularmente certo no caso do OpenMoko, que opera com um sistema GNU / Linux e não possui nenhuma das restrições anteriores.
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