No último trimestre, e sempre segundo dados oferecidos por Net Applications, o Internet Explorer seguiu registrando uma constante perda de usuários a um rítmo de 0,92% ao mês, mas este dado não é o pior de todos, é que a consultoria prevê uma redução no número de usuários até chegar aos 50% de cota de mercado no mês de maio.
Os beneficiários desta caída são os navegadores com cotas inferiores de mercado, que estão alcançando cifras recordes. Estamos nos referindo ao Chrome, Safari e Opera. Mas este registro gera outro fato muito interessante: 21% dos usuários confessam que ainda usam o IE 6. Você acredita?
Via Engadget

Tudo isto me fez lembrar uma guerra que começou em 23 de agosto de 1995, quando o excelente navegador Netscape imperava sem nenhum concorrente de peso. Nesta data a Microsoft lançou o Internet Explorer, o nosso conhecido IE que, após terminar com a hegemonia do Netscape, vem até hoje liderando as estatísticas de utilização.
Hoje, porém, entra nessa guerra um browser com a etiqueta de um player bastante poderoso, como foi o caso da Microsoft em 1995, quando a Internet comercial estava engatinhando no Brasil.
Pretendo mostrar para vocês algumas características básica do Google Chrome, de forma resumida mas com muitas imagens para vocês (veja a galeria Chrome). Não temos ainda a versão para o Mac, mas o Google está coletando os emails de quem quer receber notícias sobre o desenvolvimento para o sistema da Apple.
A versão que eu instalei está em XP mas serve também para o Windows Vista. A primeira impressão foi extremamente positiva, o navegador é muito simples, começando pela forma de apresentação do produto que fala, em sua página inicial, das três funções principais deste navegador: Uma caixa para tudo, Miniaturas dos seus principais sites e Atalhos para seus aplicativos.
Google Chrome: o navegador web do Google. Alguém acreditava que isso não ia chegar um dia? É um passo a mais da estratégia do Google para conquistar a web e a ele mesmo para um futuro Google OS, sobretudo por algumas das características implementadas.
Apesar do apoio que a Firefox tem recebido da empresa do buscador, Google Chrome não estará baseado neste, ele utilizará o motor de renderização do Safari da Apple, WebKit, o que supõe um respaldo importante para este navegador, cujo motor já roda em Windows, Mac, iPhone, Symbiam S60,…
Como máquina virtual para Javascript está sendo desenvolvido uma desde o início, chamada V8, otimizada e que acelerará a execução deste código, algo básico pois todas as aplicações do Google na web o usam de forma intensiva.