[digg=http://digg.com/tech_news/Microsoft_informa_sobre_os_limites_de_Live_Mesh]Graças a sincronização P2P, o limite de dados a sincronizar via Live Mesh se eleva até o infinito. Mas a equipe de Live Mesh acaba de informar que na realidade não é assim, e que seguem existindo máximos de arquivos a sincronizar através do serviço da Microsoft.

Os limites em questão são os seguintes:
Alguns dos limite são bastante folgados, e é muito pouco provável que algum usuário irá ultrapassá-los (não creio que muitas pessoas vão compartilhar uma pasta com 200 usuários, ou vão conectar 100 dispositivos no Live Mesh). Mas outros sim podem representar uma verdadeira limitação para os “usuários comuns” como o limite de 2 GB por arquivo individual, que fará com que, no momento, esqueçamos a idéia de manter sincronizada uma coleção de filmes em HD.
Multiplicando o tamanho máximo de cada Live Folder pela quantidade total de Live Folders que nos será permitido ter, teremos o limite de dados total a sincronizar a partir do Live Mesh, que é uma quantidade nada despresível de 2 Terabytes.
Além disso os limites são só recomendados, o que quer dizer que eventualmente poderíamos chegar a sincronizar dados em quantidades superiores. Mas o correto funcionamento do Live Mesh nestes cenários não estão garantidos. Em outras palavras, podemos subir todos os arquivos que queiramos, mas se ultrapassarmos é possível que tenhamos problemas.
Assim mesmo, não é possível compartilhar certos tipos de arquivos e pastas:
Por último, existem certas extensões de arquivos que estão bloqueadas e que não poderemos agregar ao Mesh, específicamente nos referimos aos arquivos .bak, .gfs, .lnk, .pst, .sav, .tmp e .wlx
A Microsoft sinaliza que está trabalhando para reduzir ao máximo estas restrições, e assim fazer com que Live Mesh funcione como uma seda sem importar a quantidade de arquivos que tenhamos sincronizados, ou de onde provenham estes.
Via Genbeta